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sábado, 1 de junho de 2019

Exposição: BASTA! de violência contra a Mulher

     O mês de maio acabou, mas nós não podemos deixar de falar a respeito da primeira ação do Coletivo In Sana Consciência.

      A Exposição BASTA! de violência contra a Mulher foi inaugurada no dia 18/05 e representou o resultado de diversas discussões dentro e fora das salas de aula sobre a questão da Violência doméstica contra as mulheres no Brasil e o alto índice de feminicídios que tem se apresentado como sintoma de graves problemas sociais, ligados aos preconceitos e discriminações que uma grande parcela da população brasileira vem sofrendo.

     O intuito do Coletivo é o de abrir um espaço de debate sobre essas questões e dar voz às mulheres oprimidas em nossa comunidade. Nosso círculos de conversas ocorreram dentro do período de aulas na EE. Profª Neuza de Oliveira Prévide, no Jardim Baronesa, Osasco/SP e a exposição ficou aberta por 10 dias.











segunda-feira, 27 de maio de 2019

Exposição: Resistência Já! Fortalecimento e União das Culturas Indígenas

    No dia 10 de maio de 2019, o Coletivo In Sana Consciência participou da Abertura da Exposição - Resistência Já! Fortalecimento e União das Culturas Indígenas com a intervenção do Grupo dos Guarani Nhadewa na entrada do museu.
    Foi um dia muito empolgante, porque foi o primeiro Estudo de meio do Coletivo e ainda pudemos presenciar e participar de uma experiência ímpar com os Guarani e a exploração da exposição.
    A exposição está aberta de 2ª, 4ª, 5ª e 6ª feira das 9h às 17h e aos sábados das 10h às 16h (exceto emendas e feriados) e está simplesmente fantástica. Além dos Guarani Nhandewa, também temos os Kaingang e os Terena como curadores e colaboradores da exposição.
    O Coletivo In Sana Consciência convida a todxs para realizar essa experiência extraordinária!!!




http://www.livrosabertos.sibi.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/book/203?fbclid=IwAR3o5cD6SGnkDvhSqSXEVpEWhGT_R1CSF1ppB0kKKLG4X1uhBKD15SusvfU

terça-feira, 7 de maio de 2019

Textos Coletivos sobre a Campanha Estadual Lei Maria da Penha


Texto Coletivo 1º A

Todas à procura a Igualdade
            Os movimentos pela igualdade de gênero existem para que as mulheres alcancem seus direitos dentro da sociedade machista, apoiam umas às outras para conquistarem objetivos comuns a todas.
            O feminismo é um movimento de utilidade pública organizado pelas mulheres, por meio dele as mulheres tem conquistado cada vez mais espaço social, lutando contra o machismo e o feminicídio no Brasil. Uma de suas bandeiras políticas é o movimento “Ele Não!”, no qual o foco está em combater o discurso misógino do presidente da República, Jair Bolsonaro, desde 2018.
            Mesmo conquistando mais participação política e no mercado de trabalho, as mulheres ainda tem muito caminho pela frente. Ainda são discriminadas por fazer o que querem por usarem as roupas curtas ou coloridas e por dançar alguns tipos de música. Elas devem se unir e lutar juntas para conquistar mais respeito.
            A equidade social pela qual lutam as mulheres está relacionada ao tratamento igual para ambos os sexos, tendo dignidade e capacidade que aproximem homens e mulheres na sociedade.
            Nesse sentido, empoderamento feminino é construir participação social das mulheres, garantindo a conscientização sobre a luta por direitos e equidade de gênero. Para tanto é preciso sororidade, união entre as mulheres a partir da compreensão e solidariedade entre elas.
            A palavra sororidade origina-se do latim sóror que significa “irmãs”, assim essa união consiste no não julgamento prévio pelo prisma de uma sociedade preconceituosa, patriarcal e machista. Sem esse sentimento de irmandade entre as mulheres, as mobilizações por empoderamento feminino perderiam a razão.
            Com o passar do tempo, as mulheres conquistaram muito, mas os movimentos de luta precisam continuar buscando uma sociedade mais justa e sem machismo.



Texto Coletivo 1º C

O poder das mulheres na sociedade
            Equidade social é romper as barreiras socioculturais, políticas e econômicas impostas por nossa sociedade excludente e dar oportunidades reais para todos os membros da sociedade. É um conjunto de práticas que tentam garantir, entre outras coisas, salários dignos e equivalentes quando se exercem as mesmas funções e possibilidades de emprego e renda para todos.
            No que diz respeito ao gênero, equidade é quando mulheres e homens possuem os mesmos direitos e o mesmo espaço social para se desenvolver com dignidade.
            Porém, nossa realidade é o patriarcado, um sistema social em que homens mantém o poder e predominam em funções de liderança, controlando as relações sociais de forma privilegiada. Apesar dos avanços tecnológicos e de acesso à informação que tivemos, os homens ainda dispõe de privilégios sociais desde o nascimento, submetendo as mulheres aos mais diversos tipos de opressão e violência.
            A sororidade é a união das mulheres em busca do direito à equidade de gênero, seu objetivo é construir uma relação de empatia entre todas, onde mulheres sempre apoiam outras mulheres. Ela é fundamental para os movimentos feministas, porque sem essa união seria muito difícil mobilizar as mulheres e construir ações afirmativas, criando uma irmandade feminina.
            Por conta de anos de luta podemos observar fatos como mulheres nas câmaras municipais, estaduais e no Congresso Nacional. Mas ainda não podemos dizer que exista equidade social.
            O feminismo é justamente isso e se alia à outros movimentos como por exemplo o feminismo negro, que traz para o centro das discussões raciais também as questões de gênero. A organização das mulheres negras no Brasil se encontra em diferentes fases de mobilização para articular a luta por direitos e representatividade social.



Texto Coletivo 1º D

Quebrando padrões
            A equidade de gênero é a busca pelo equilíbrio entre os espaços sociais para homens e mulheres, visto que os homens ainda tem privilégios e as mulheres tratadas com desigualdade.
            Há muito tempo essa é uma luta feminista em nossa sociedade, onde centenas e até milhares de mulheres não conseguem trabalhos dignos entre outras coisas, simplesmente por serem mulheres.
            Vivemos num mundo machista em que, infelizmente, as mulheres tem que batalhar muito para conquistar o direito de ter vez e ter voz como tem os homens.
            Se antes as mulheres não tinham espaço de atuação na sociedade, hoje elas já provaram ao mundo que são capazes de atuar em qualquer área que desejarem. Isso é resultado do empoderamento feminino, movimento das mulheres que gera participação social na busca por equidade.
            Em pleno século XXI, as mulheres ainda precisam lutar por respeito. Muitas tem este e outros objetivos em comum, elas se unem e se apoiam nessa luta. Essa união é chamada de sororidade, um meio das mulheres que lutam contra a opressão e o machismo não se sentirem sozinhas.
            A sororidade deve estar presente em todos os grupos de mulheres, sempre uma apoiando a outra em suas ideias. Para quebrar os padrões e os estereótipos dessa sociedade, as mulheres não podem ser inimigas.

Quem Somos

"O que faz andar a estrada? É o sonho. Enquanto a gente sonhar a estrada pemanecerá viva. É para isso que servem os caminhos, para nos fazerem parentes do futuro".
(trecho do Livro Terra Sonâmbula - Mia Couto - 2017)

O Coletivo In Sana Consciência nasceu da iniciativa das Professoras Lívia e Alessandra, que envolvidas com a necessidade de articular as discussões relacionadas ao cotidiano da escola e o Plano de Ação para a Educação das Relações Étnico Raciais, propuseram à comunidade escolar uma alternativa transdisciplinar que possa auxiliar na construção de conhecimento e corroborar com o desenvolvimento de um currículo voltado para o desenvolvimento de habilidades.

Hoje já não podemos estar contidos ao espaço da escola para pensar sobre ela, esse "salto"em direção à realidade e o que nos capacitará enquanto grupo de agir de forma consciente em prol de um processo de ensino e de aprendizagem significativos.

Nosso projeto permeia formação contínua, estudo, pesquisa, análise das melhores opções de ação e a intervenção diante da nossa tomada de consciência coletiva.

Estamos diante de grandes desafios, pois as posturas preconceituosas e discriminatórias que existem na sociedade, já tomam conta das escolas que muitas vezes reproduzem os discursos racistas, misóginos e LGBTfóbicos.

Segamos juntas e juntos na construção de um futuro de humanidade.

sábado, 4 de maio de 2019

Convite à diversidade



  A primeira reunião para formação do Coletivo que ocorreu na EE. Profª Neuza de Oliveira Prévide foi o pontapé inicial para a construção de uma nova perpectiva diante de questões que permeiam o ambiente escolar, mas sobretudo a sociedade em que vivemos.
  Estamos nos mobilizando principalmente para divulgar e conscientizar as pessoas de que a empatia, solidariedade, o entendimento e o respeito às diferentes representações étnicas e raciais são a base da equidade social.
  Nessa primeira fase estamos construindo nossa identidade, observando nossas peculiaridades commo grupo e principalmente definindo nossa linha de ação dentro e fora do espaço da escola.

 Todas e todos são muito bem vindis ao nosso espaço de debate e reflexão!!